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Matéria 46 - Fonte: O Globo - São Paulo - 02/02/2001

 

Aumento de raios pode estar ligado à poluição

Número de mortos chega a 17 nas últimas três semanas, 35% somente na Região Metropolitana de São Paulo

SÃO PAULO. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), começou a pesquisar no Rio, em São Paulo e em Belo Horizonte a possibilidade de a poluição do ar, principalmente a gerada por queimadas, ter ampliado a incidência de raios nas áreas urbanas. Nas últimas três semanas, 17 pessoas morreram vítimas de raios, seis delas (ou 35%) na Região Metropolina de S.Paulo. Historicamente, o índice de mortes em áreas urbanas é de no máximo 20%. De acordo com o Inpe, não está ocorrendo um aumento representativo do número de mortes, mas sim uma concentração nas áreas urbanas.

O Brasil é o pais com maior incidência de descargas elétricas, que tem seu ápice no verão. Todos os anos uma média de cem milhões atingem o solo brasileiro e a cada verão, os raios matam até duas pessoas por dia. A diferença é que, até o ano passado, eles atingiam mais áreas rurais, segundo o Inpe. A pesquisa será concluída em abril, quando o Inpe fechará um levantamento sobre a incidência de descargas elétricas nos verões de 1999,2000 e este ano. Segundo o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto, Osmar Pinto Junior, uma parte da pesquisa será concentrada no Centro-Oeste, onde ocorrem mais queimadas. Por enquanto, não podemos afirmar que a poluição aumenta a incidência de raios, mas estamos tendo essa impressão por causa da diferença de ocorrências e o número de mortes nas grandes cidades, afirmou o coordenador.

A pesquisa será realizada nas três capitais do Sudeste porque nas outras regiões do país não são feitas medições constantes do fenômeno. No entanto, mesmo no Rio, em São Paulo e em Belo Horizonte, as médias de referência que os pesquisadores têm disponíveis não separam as áreas urbanas das rurais.

As Vítimas Recentes

Uma das mais recentes vítimas de raios no país foi o aposentado Antonio Vital Ferreira de 49 anos. Ele morreu há seis dias no interior de São Paulo, quando pescava na represa de Ponte Nova. Ferreira estava com quatro amigos, que desistiram quando começou a chover forte. Apenas ele preferiu continuar. Uma semana antes, o turista argentino Frederico Bignatta de 19 anos, morreu na Praia Grande, em Torres, a 200km de Porto Alegre. No mesmo dia, em Cacequi , também no Rio Grande do Sul, o eletricitário Daltro Amaral, de 39 anos, morreu quando tentava se abrigar da chuva. No dia 15 passado, 13 pessoas foram atingidas por um raio no Parque Villa-Lobos, uma área verde de 717 mil metros quadrados na Zona Oeste da capital Paulista. O grupo participava de uma exibição de capoeira quando começou o temporal. Dois adolescentes morreram. Em Duque de Caxias, no Rio, Mayara Mariano Souza da Silva, de 1 ano e sete meses, morreu atingida por um raio durante uma tempestade no último dia 10.

 

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