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Matéria 53 - Fonte: O Liberal - Americana - 29/01/2001

 

 

Santos é uma cidade castigada pelos raios

O Verão é o período do ano com maior incidência de raios. Apenas na Baixada Santista, o Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), acredite que caiam de cinco a seis raios por quilômetro quadrado a cada ano. Isso implica na ocorrência de mais de três mil descargas elétricas em Santos, incluindo os 530 quilômetros quadrados da ilha e do continente.

Em 1995, oito pessoas morreram na região, vítimas de raios. No Brasil, entre 100 e 200 pessoas morrem a cada ano. O País é campeão mundial de raios não apenas em função de sua extensão territorial mas por estar localizado na região tropical, caracterizada pelo clima quente. Na semana passada, duas crianças e um rapaz de 21 anos morreram depois que um raio caiu sobre uma casa na periferia de Camocim, no Ceará. Foi a segunda vez que uma descarga elétrica atingiu a mesma residência. Nas proximidades (cerca de 500 metros do local) existia um pára-raio.

Em todo o mundo caem cerca de 3,5 bilhões de raios por ano, o que dá uma média de 10 milhões de descargas diárias. O raio é uma descarga elétrica desencadeada pelo acúmulo de energia nas nuvens. Elas se dividem em camadas elétricas provocadas pela condensação da água evaporada em pequenas gotículas, que por atrito adquirem cargas negativas, enquanto outras gotas maiores se tornam corpos positivos. A ação dos ventos faz com que essas cargas se choquem e gerem os relâmpagos. O raio acontece quando uma descarga escapa do campo elétrico da nuvem. A partir daí, o potencial eletroestático faz com que a camada de ar existente entre a nuvem e a terra deixe de ser isolante, o que permite com que a descarga elétrica a atravesse.

O coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe, Osmar Pinto Junior, explicou a Tribuna que regiões próximas a Ribeirão Preto, no noroeste do Estado, o sul de Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e Amazônia são as áreas com maior incidência desses fenômenos da natureza. Ele esclareceu também que o litoral nordestino é uma região com menor capacidade de atrair raios devido ao clima mais seco. Um raio pode chegar a ter 1,5 milhão de volts, enrgia superior a produzida por todos os geradores do País. O Fenômeno está ligado à umidade do ar e à temperatura média anual de 25 graus. A quantidade de vapor de água em suspensão é maior em climas tropicais o que acaba propiciando a troca de cargas elétricas.

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