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Matéria 55 - Fonte: O Tempo - Minas Gerais - 30/01/2001

 

UFMG TERÁ CENTRO DE ESTUDO SOBRE RAIOS

 

Gerar conhecimento científico sobre as descargas atmosféricas- raios- e construir uma base de dados específica para Minas Gerais e para o Brasil. Estes são os principais objetivos do Centro de pesquisa de Descargas Atmosféricas, criado através de convênio entre a Cemig e UFMG. A sede do Centro está sendo construída no campus da Federal e as pesquisas poderão ser controladas também por outros estados e até internacionalmente.

"Trata-se de um intercâmbio científico e tecnológico, visando transformar o conhecimento científico para o setor produtivo", informa Vander José de Souza, engenheiro da Assessoria de Gestão Tecnologica e Alternativas Energéticas da Cemig. O Centro já nasce com um rico acervo, uma vez que a concessionária coleta dados há aproximadamente 20 anos e, desde que as discussões sobre o convênio tiveram início duas teses de doutorado já estão sendo desenvolvidas na UFMG.

"Há alguns anos os sistemas de proteção levavam em conta dados de raios obtidos em outros países, o que não garantia eficiência, já que as características das descargas atmosféricas são distintas", lembra o engenheiro. Com o Centro, o estado mineiro irá avançar ainda mais no conhecimento científico sobre a ocorrência e formação de raios e poderão surgir novas tecnologias, novos equipamentos de segurança. Segundo Souza os raios são o principal fator de desligamentos não programados em Minas Gerais. Destes 67% ocorrem na transmissão e 28% na distribuição, números que inclusive já motivaram a adoção de novas tecnologias e do sistema de pára-raios nas redes.

Registro de trovoadas

Entre 1971 e 1995, a Cemig realizou um importante trabalho para mapear a densidade dos raios no estado- o estudo e Ceraunometria, que registrava a ocorrência de raios através de trovoadas ouvidas. Este foi o primeiro trabalho na área e extrapolou os limites do estado mineiro, atingindo também São Paulo, Espírito Santo, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Goiás.

Nos demais estados, outras concessionárias coletavam e enviavam as informações para a Cemig, para serem avaliadas e catalogadas. O estudo demonstrou que Minas Gerais é o estado mais atingido pelos raios. "Este estudo foi muito importante para que a Cemig pudesse definir, projetar os sistemas de proteção das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica", afirma Souza.

Estação de Cachimbo

Ainda nesta área, a Cemig implantou e mantém a Estação de Cachimbo, na área da Copasa, próximo ao BH Shopping, preparada para captar os raios que caem próximo ao local e verificar suas características como a forma da onda e a intensidade da corrente.

Construída na década de oitenta, ela foi durante muito tempo a única da América Latina. Uma torre instalada no local atrai os raios, que passam pelo sistema de medição. Um equipamento chamado osciloscópio registra a forma da onda e os raios que caem no local, aproximadamente oito por ano, também são fotografados e filmados. Todos os dados registrados ao longo destes anos serao também repassados para o Centro.

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