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Matéria 56 - Fonte: A Tribuna - Minas Gerais - 31/01/2001

 

Primeiro trovão serve como alerta

Os pára-raios são formados por uma ligação metálica de cobre ou alumínio que liga a extremidade superior de um edíficio, por exemplo, aos condutores enterrados no solo, dissipando a descarga e desviando-a de possíveis alvos. Osmar Pinto Junior, do Inpe, garante que a melhor maneira de alguém se proteger dos raios é abandonar o local descampado em que estiver ao ouvir o primeiro trovão: "Quando você escutar o primeiro trovão é porque o raio caiu a menos de dez quilômetros. É uma espécie de alerta pois o próximo poderá cair bem mais perto".

Os campos abertos, chamados descampados, são os locais onde morre a maioria das vítimas dos raios. São os campos de futevol de várzea, parques e praias. "O raio pode atingir a pessoa diretamente ou então cair bem próximo e se propagar pelo solo até atingi-la", explicou ele.

Quando não for possível abandonar a área propícia para a atração da descarga elétrica, Osmar orienta para que as pessoas fiquem agachadas com os pés juntos e com a cabeça baixa. Isso faz com que diminua a corrente elétrica que circularia pelo corpo humano caso ele fosse atingido. Residências, garagens e até os carros são abrigos seguros contra os raios. A estrutura metálica dos automóveis faz com que a corrente circule por ele e depois se dissipe. O motorista e passageiros estão seguros desde que não estejam com um pé dentro e outro fora do carro. Evite regiões com árvores pois elas servem como pólo de atração dos raios. Em campo aberto, é conveniente procurar abrigo em matas mais densas, guardando distância de árvores altas.

Passeio no parque: perigo de raio

Nos últimos quinze dias, cinco pessoas morreram por causa de raios na Grande São Paulo. Em alguns parques da cidade, não há sequer um único pára-raio para proteger os frequentadores.

Os raios andam deixando os paulistanos preocupados. Depois da quinta morte em 15 dias, na Grande São Paulo, o mais sereno passeio no parque ganhou pitadas de tensão. Isso porque os parques da cidade não parecem preparados para proteger os frequentadores.

A situação é particulamente preocupante no Parque da Aclimação, na zona sul da cidade. Lá não há pára-raio. Francisco Verberame, funcionário do parque, explicou que, há um mês, o edificio da administração do local foi demolido. E lá ficava o único pára-raio do lugar. "Estava condenado", disse. Agora, os frequentadores do local tem de rezar para os prédios da região os protejam. Ou contar com a sorte quando chove.

O empresário Carlos Nader Junior de 33 anos, tem arrepios quando pensa no assunto. Frequentador do Parque da Aclimação, ele perdeu um tio em 1971, por causa de um raio. "Ele estava caçando em Jacareí", lembra.O acidente gerou um medo que ultrapassou gerações na família. "Ainda hoje, meu sogro não deixa que o chuveiro seja ligado quando está chovendo", conta a mulher de Nader, a funcionária pública Tânia. Apesar disso, a flata de pára-raios no parque não os assusta. "Aqui tem muita árvore. Dizem que elas atraem os raios e servem de proteção. Mas não é muito pedir um pára-raios".

A teoria de que as árvores protegem é contestada por outros frequentadores dos parques da cidade. "Dizem que as paineiras atraem os raios. Como aqui não tem essa árvore, não me preocupo". diz a servente Cleonice de Mello, frequentadora do Parque Villa-Lobos, na zona oeste da cidade. A 50 metros de onde Cleonice dizia não temer raios, os estudantes Daniel de Souza, de 15 anos, e Renata Baldivia, de 12 , foram fulminados por um raio no dia 14.

Curiosamente, o local onde os dois morreram fica a apenas 200 metros de um dos 22 pára-raios instalados para proteger os visitantes (cerca de 10 mil nos finais de semana) nos 700 mil metros quadrados do parque.

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